A natureza da indústria de seguros exige que as obrigações e direitos de segurados e seguradoras sejam bem documentados de acordo com a lei para evitar conflitos, que não são raros e sempre significam prejuízo. Ao mesmo tempo, com a dinâmica da economia moderna, essa cautela não pode prejudicar a agilidade na formalização dos negócios.

Não é incomum que a ausência de um representante para assinar papéis ou o envio dos documentos de forma tradicional estiquem demasiadamente o prazo entre o aceite de uma proposta e a oficialização do compromisso. E uma apólice de seguro devidamente assinada e em vigor pode ser indispensável para, por exemplo, uma empresa participar de uma licitação (apresentando um seguro garantia) ou fazer o transporte de uma carga urgente. Nesses casos, o atraso de alguns dias – e até horas – pode inviabilizar as ações.

A solução para isso tem que atender tanto as necessidades burocráticas como a praticidade. E a melhor maneira para atingir o objetivo é digitalizar o processo, inclusive com assinatura eletrônica. Atualmente, existem plataformas que permitem esse trâmite.

Esses sistemas digitais oferecem a possibilidade de os representantes assinarem os documentos remotamente, de onde estiverem, imediatamente validando os “papéis” com reconhecimento dos órgãos regulamentares. Em seguida, envia por e-mail para as partes que, ato contínuo, têm seus direitos e obrigações oficializados e podem utilizar sua cópia do contrato, de forma oficial, para atender a outras necessidades. Tudo isso feito no mesmo dia.

Desde 2004, em um dos seus atos normativos (Circular 277) a SUSEP autoriza a “utilização da assinatura digital, nos documentos eletrônicos relativos às operações de seguros, de capitalização e de previdência complementar aberta, por meio de certificados digitais emitidos no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP-Brasil) ”.

É um processo legal e já antigo, mas ainda pouco utilizado pelas seguradoras, que acabam perdendo agilidade nas transações e acumulando custos com a gestão de documentos em papel. E, além disso, é comprovadamente realizado em ambiente seguro, já que aceito pelas autoridades públicas.

Portanto, é um processo que oferece somente vantagens e, considerando uma lógica empresarial, não há justifica para que não seja adotado. Está claro que as seguradoras que não fazem uso desse método perdem competitividade com custos mais elevados e prejuízo no atendimento ao cliente. Definitivamente, são empresas que pararam no tempo.

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